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Jovem decide morar em trens!

Por que ter uma casa se você pode morar dentro de um trem? Esta jovem alemã resolveu trocar totalmente sua rotina inovando com um estilo de vida minimalista!

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A estudante alemã Leonie Müller começou a se questionar sobre viver em apartamentos, e sua decisão se concretizou após seu senhorio cobrar absurdamente mais de 450 dólares. Com isso a jovem decidiu buscar um estilo de vida minimalista e a oportunidade de morar em trens surgiu. Ela conseguiu um acordo onde pagaria cerca de 380 dólares por mês para embarcar em qualquer trem a hora que quisesse. Ela pode tomar banho, usar o banheiro, dormir, fazer suas lições de casa, até pedir pizza na estação, enfim, tudo que ela poderia ter em uma casa convencional, porém, mais econômica.

Leonie, de 23 anos, diz que viver nos trens deu-lhe muita liberdade e está curtindo cada momento enquanto vai para lá e para cá por todo o pais. – “Eu realmente me sinto em casa nesses trens e posso visitar muitos mais amigos e cidades“, disse ela. – “É como estar de férias o tempo todo. Eu leio, eu escrevo, eu olho para fora da janela e eu conheço pessoas agradáveis o tempo todo. Há sempre algo para fazer em trens“.

Todos os seus pertences agora cabem em uma única mochila, incluindo suas roupas, um tablet, documentos universitários e um saco sanitário. O resto de suas roupas e pertences ficam guardados na casa dos pais. O passe de um cabine no trem custa 1.400 reais por mês, enquanto ela costumava gastar cerca de 1.700 de aluguel no apartamento anterior. Mas economizar não é seu único objetivo. – “Eu quero inspirar as pessoas a questionar seus hábitos e as coisas que eles consideram normais“, disse ela. – “Há sempre mais oportunidades do que se pensa que existem. A próxima aventura está apenas à espera ao virar da esquina, desde que você queira encontrá-la. Vejam o meu caso, eu vivia estressada com o senhorio me enchendo o saco e agora só conheço pessoas agradáveis e que me tratam com mesuras“.

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Quando ela pode, visita sua família e amigos, além de seu namorado. – “Normalmente, nosso relacionamento era de longa distância, mas vivendo em um trem me permite vê-lo quando eu quiser“, riu Leonie.

Muitos de seus amigos apoiaram sua decisão, alguns até seguiram. – “Outros, no entanto, reagiram mais negativamente“, disse ela. – “Eles se sentem ofendidos com o fato de que eu questiono o caminho normal da vida e de como viver a vida“, mas as críticas não a incomodaram muito.

Leonie está documentando sua experiência da vida no trem em seu blog no There You Are. Ela planeja mantê-lo por um ano, e, em seguida, escrever a sua tese de graduação universitária sobre a sua vida como uma nômade moderna. E para as pessoas que querem adotar um estilo de vida semelhante, ela sugere que parte do truque é ter um fone de ouvido para cancelar o ruído, pois assim envolvido na música e observando as paisagens cambiantes, a vida é melhor de ser vivida.

Blog:
• There You Are! Travel Blog


A Bolsa, a Bolsinha e a Bolsona.

 bolsa  bolsinha  bolsona  

Ía o menino para a cidade grande pela primeira vez. O pai recomendou:

_ Filho, tome o dinheiro para o trem, mas guarde-o sempre nesta bolsinha. Só tire da bolsinha as notas que precisar e nunca a deixe aberta!

O menino guardou bem aquelas palavras e foi se despedir da mãe. A mãe achou que a bolsinha não era segura. Pegou outra, maior, e ensinou ao garoto:
_ Meu filho, leve a bolsinha de dinheiro sempre dentro desta bolsa. E nunca a deixe aberta!

O menino foi se despedir da avó. A avó, mais precavida, achou melhor lhe dar uma bolsa maior ainda. E explicou:

_ Meu neto, ponha sempre a bolsa com a bolsinha dentro desta bolsona. E nunca a deixe aberta!

O menino ouviu tudo com atenção e foi embora pegar o trem. Chegando ao guichê, abriu a bolsona e tirou dela a bolsa. Fechou a bolsona e abriu a bolsa. Tirou a bolsinha, fechou a bolsa, abriu a bolsona, guardou a bolsa, fechou a bolsona. Então, abriu a bolsinha, tirou uma nota de dez e fechou a bolsinha. Abriu a bolsona, tirou a bolsa, fechou a bolsona, abriu a bolsa, guardou a bolsinha, fechou a bolsa, abriu a bolsona, guardou a bolsinha, fechou a bolsa, abriu a bolsona, guardou a bolsa, fechou a bolsona.Só então deu o dinheiro para o funcionário do guichê. Mas este não quis dar o bilhete.

_ O preço é 12,00 rapazinho.

O menino, então, abriu a bolsona, tirou a bolsa, fechou a bolsona, abriu a bolsa, tirou a bolsinha, fechou a bolsa, abriu a bolsona, guardou a bolsa, fechou a bolsona, abriu a bolsinha, tirou mais uma nota de dez e fechou a bolsinha. Daí abriu a bolsona, tirou a bolsa, fechou a bolsona, abriu a bolsa, guardou a bolsinha, fechou a bolsa, abriu a bolsona, guardou a bolsa e fechou a bolsona. Deu a outra nota para o funcionário, que lhe devolveu o troco.

Para guardar o troco, o menino abriu a bolsona, tirou a bolsa, fechou a bolsona, abriu a bolsa, tirou a bolsinha, fechou a bolsa, abriu a bolsona, guardou a bolsa, fechou a bolsona, abriu a bolsinha, guardou o dinheiro, fechou a bolsinha, abriu a bolsona, tirou a bolsa, fechou a bolsona, abriu a bolsa, porém, antes que ele guardasse a bolsinha na bolsa, fechasse a bolsa, abrisse a bolsona, guardasse a bolsa na bolsona e fechasse a bolsona, o trem passou e ele… perdeu o trem!!!

Fonte: Bibliografia- A Bolsa, a Bolsinha e a Bolsona. Por: Rosane Pamplona


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