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Que história é essa de gato ter 7 vidas?

Quem nunca ouviu falar que gato tem 7 vidas? Em alguns países, costumam dizer que são 9. Mas por que? De Onde surgiu esta história?

gatosetevidasbruxas

Vamos para a Idade Média, onde existiam as famosas bruxas. Com elas, sempre haviam gatos, e assim, rapidamente a igreja católica começou a associá-los como animais das trevas, principalmente os pretos. O seu plano era então cortar o mal pela raíz e exterminar com todos os gatinhos da região. Mas, obviamente não era uma tarefa fácil. Muitas pessoas criavam as escondida ninhadas deles, e quanto mais os matavam, mais apareciam. Com isso, começaram a pensar que eles na verdade não morriam, e sim que, por algum feitiço, poderiam viver mais de uma vez.

Essa história de 7 vidas tem diversas versões. A dos estudiosos é que por eles terem um sistema imunológico eficiente – já notou que é difícil gato ficar doente? – e por sua exímia agilidade, que lhes permite cair sempre de pé, além da famosa habilidade para escapar de situações que envolvam risco à sua vida, as pessoas assemelharam que eles poderiam viver mais de uma vez.

Já os árabes e turcos nada tinham contra os gatos (Maomé vivia cercado deles) e seus provérbios falam em sete vidas. É provável que tenham passado essa versão para espanhóis e portugueses na ocupação da Península Ibérica pelos mouros – que teve início no século VIII e durou quase 800 anos. A partir de Portugal, o mito das sete vidas felinas logo chegou ao Brasil.



O que é o carnaval?

CARNAVAL

Em geral, o carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas.  O carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as atividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.



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