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Preparando um lanche feliz

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Pais e mães sabem como é difícil montar a lancheira dos filhos. Qual alimento colocar? Será que aquela combinação é a melhor? Uma lancheira saudável, explica a nutricionista Renata Damião, do programa de Promoção de Saúde do Fleury, deve conter um alimento de cada grupo alimentar. Do grupo dos energéticos, entram as bisnaguinhas, pão de fôrma, de leite, integral, sírio, francês, com gergelim e caseiros. Dos construtores, você pode usar no pão os queijos, requeijão, peito de peru, e bebidas como leite, iogurte, leite fermentado e achocolatados. Já os reguladores são os com maior variedade.

Use a imaginação e coloque na lancheira frutas secas ou naturais, como pêra, maçã, uva, goiaba, banana, mamão, melão, melancia e manga. “A educação nutricional das crianças é essencial para uma alimentação saudável e um crescimento adequado”, afirma Renata. Outra dica importante é: deixe a criança participar da montagem da lancheira. Essa é uma ótima oportunidade para vocês conversarem sobre alimentos saudáveis. E evite alimentos industrializados, que são ricos em açúcar e gordura.


Dicas para comprar material escolar

material escolar

Antes de sair às compras, verifique quais itens restaram do período letivo anterior e avalie possibilidade de reaproveitá-los
Com o objetivo de orientar na compra de material escolar, a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Governo do Estado de São Paulo, fornece dicas para facilitar a vida do consumidor.

Algumas escolas exigem que o material escolar seja comprado no próprio estabelecimento. Esta é uma prática abusiva, pois é obrigação da escola fornecer as listas de material escolar aos alunos, a fim de que os pais ou responsáveis possam pesquisar preços e escolher o local em que irão adquirir os produtos.

Dica 1: antes de sair às compras, verifique quais os itens que restaram do período letivo anterior e avalie a possibilidade de reaproveitá-los. Em seguida, faça uma pesquisa de preços em diferentes estabelecimentos.

Dica 2: algumas lojas concedem descontos para compras em grandes quantidades, portanto, sempre que possível, reúna um grupo de consumidores e discuta sobre essa possibilidade com os estabelecimentos.

Forma de pagamento: caso a escolha seja pelo pagamento à vista, não deixe de pechinchar. Pagamentos com cartão de crédito são considerados à vista e, portanto, o preço não deve sofrer alteração. Se a alternativa for o pagamento a prazo é preciso checar e comparar as taxas de juros. Para compras com cheques pré-datados, faça com que as datas sejam especificadas na nota fiscal e no verso dos cheques orma de garantir o depósito na data combinada com a loja.

A nota fiscal deve ser fornecida pelo vendedor. Em caso de problemas com a mercadoria é necessário apresentá-la, portanto, exija sempre nota fiscal. Ao recebê-la, cheque se os produtos estão devidamente descritos e recuse quando estiverem relacionados apenas os códigos
dos itens, o que dificulta a identificação.

Se os produtos adquiridos apresentarem algum problema, mesmo que estes sejam importados, o consumidor tem os direitos resguardados pelo Código de Defesa do Consumidor. Os prazos para reclamar são: 30 dias para produtos não duráveis e 90 dias para os duráveis (no caso de entes).

Compras em ambulantes e camelôs devem ser evitadas. Apesar de o preço ser mais em conta, eles não fornecem nota fiscal, o que pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade.

Fique de olho nas embalagens de materiais, como colas, tintas, pincéis atômicos, fitas adesivas, entre outros, que devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de alidade e se apresentam algum risco ao consumidor.

Quanto ao uniforme escolar, veja se existe esta obrigatoriedade na escola em questão e quanto o custo deste irá influenciar no orçamento final. Somente se a instituição educacional possuir uma marca devidamente registrada poderá estabelecer que a compra seja feita na própria escola e/ou em terceiros pré determinados.

A Lei 8.907, de 1994, estabelece que a escola deve adotar critérios para a escolha do uniforme levando em conta a situação econômica do estudante e de sua família, bem como as condições de clima da localidade em que a escola funciona.


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