brinquedoteca_p Toda criança precisa brincar. Mas escolher os brinquedos e definir o espaço onde eles ficam é uma tarefa que também compete aos pais.

Considere, em primeiro lugar, a idade de seus filhos, seus respectivos interesses e pense na organização para que possam brincar e explorar a variedade. Por exemplo, as crianças entre 3 a 6 anos apreciam o faz-de-conta, portanto devem contar com objetos que permitam a representação de papéis sociais: pai, mãe, professora, médico. Desse modo surgirá um espaço mágico e colorido com cantinhos especiais.
Aqui vão algumas sugestões de atividades que você poderá adaptar e dimensionar de acordo com suas possibilidades e área disponível:

Canto do “faz-de-conta”

Desse local fazem parte: os utensílios domésticos em miniatura para brincar de casinha, o kit médico para o hospital, um baú com roupas antigas, fantasias, chapéus, adereços, maquilagem, tecidos, etc., e, se possível, um espelho que permita que a criança se veja de corpo inteiro… Esse é o espaço da fantasia que pode ser enriquecido com um biombo, cortina ou, talvez, uma casinha de tecido para armar onde seu filho terá espaço para criar e ficar sozinho, se assim o desejar.

Canto da história

Procure torná-lo aconchegante com tapetes, almofadas, colchonetes, mesinha, cadeirinha e – é claro! – livros infantis. Lembre-se de que a primeira forma de leitura é a de imagens ou figuras. Esse é, portanto, o espaço para o cultivo do hábito de ler.

Canto das construções

Aqui poderão ficar os jogos de blocos, quebra-cabeças, material de desenho, papéis variados, sucata para a criação de objetos e brinquedos. Pode-se colocar, também, um pequeno painel para afixar recados, notícias, fotos, caixinhas para coleções, etc.

Canto dos jogos

Nesse local podem-se agrupar os vários tipos de jogos de interesse de acordo a faixa etária de seu filho (memória, vareta, dominó, damas, xadrez…).
Essas são, evidentemente, sugestões gerais que você irá adaptar conforme sua disponibilidade. Talvez esteja se perguntando como realizá-la, mas não se aflija! O que realmente importa é manter a concepção da brinquedoteca. Portanto, enxugue e redimensione o que for necessário para adequar seu espaço. Se precisar reduza algum dos cantos, mas não deixe de oferecer a seu filho uma variedade de brinquedos agrupados por tipo de atividade, de tal modo que ele possa fazer escolhas e utilizar os diferentes elementos para enriquecer seu espaço lúdico.
Finalizando, lembre-se de que o que mais importa é a brincadeira. Qualquer objeto, mesmo o mais simples, pode ser transformado em brinquedo: a caixa de papelão pode, por exemplo, virar uma cabana; o pedaço de papel dobrado pode ser um barco; a folha seca, com um pouco de algodão, transforma-se na caminha da minúscula boneca… Aí é que está o encantamento!

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