Um milionário deixou o seguinte testamento escrito em maiúsculas:

DEIXO OS MEUS BENS À MINHA IRMÃ NÃO A MEU SOBRINHO JAMAIS SERÁ PAGA A CONTA DO ALFAIATE NADA AOS POBRES

Quando ia a colocar a pontuação, morreu, repentinamente.
A irmã disse: “Que bom, fica tudo para mim!”

O sobrinho respondeu:”Que ideia, tia. Eu é que sou o herdeiro.”
O alfaiate disse que ia chamar um advogado e os pobres protestaram.

Agora quero ver se você sabe deixar a herança para cada pessoa. Basta por pontuação!

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Não conseguiu? Então olhe as respostas…

 

A irmã, com frases do tipo declarativo, pontuou o texto de modo a ficar com a herança.
DEIXO OS MEUS BENS À MINHA IRMÃ. NÃO A MEU SOBRINHO. JAMAIS SERÁ PAGA A CONTA DO ALFAIATE. NADA AOS POBRES.
O sobrinho, por sua vez, com uma frase do tipo interrogativo, passou a ser o único herdeiro.
DEIXO OS MEUS BENS À MINHA IRMÃ? NÃO! A MEU SOBRINHO! JAMAIS SERÁ PAGA A CONTA DO ALFAIATE. NADA AOS POBRES.
Mas com duas frases do tipo interrogativo, o alfaiate resolveria a herança a seu favor.
DEIXO OS MEUS BENS À MINHA IRMÃ? NÃO! A MEU SOBRINHO? JAMAIS! SERÁ PAGA A CONTA DO ALFAIATE. NADA AOS POBRES.
Os pobres foram também chamados e, com três frases do tipo interrogativo, ficariam senhores da fortuna.
DEIXO OS MEUS BENS À MINHA IRMÃ? NÃO! A MEU SOBRINHO? JAMAIS! SERÁ PAGA A CONTA DO ALFAIATE? NADA! AOS POBRES.