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Logo ao amanhecer, começam a se movimentar, na luta contra a dor para a vida do seu semelhante salvar.

Chamadas a todos os cantos, a todos atende com muito amor, as vezes mal compreendidas, sem o semelhante reconhecer seu valor.

As vezes até nem é culpada, de demorar a atender, esquecemos que esteve ocupada, com outro caso grave para resolver.

Com suas fardas brancas e lindas, estão atentas à toda hora, para trazer o bálsamo que cura, como um anjo de nossa senhora.

Todos os doentes curados, saem alegres, por voltarem ao lar, elogiam sempre os médicos, mas esquecem das enfermeiras elogiar.

A elas devemos tributar, grande parte da nossa gratidão, pois contribuíram como puderam, para nossa recuperação.

Esse poema foi escrito por um major da PM em 13-11-1982 enquanto estava internado num determinado hospital.

Autor Major Antenor